quarta-feira, 4 de junho de 2014

PLANTA BAIXA



Está Planta foi realizada no começo de Maio e teve como principal objetivo alcançar a melhor nota da classe. Tenho este projeto completo e está a disposição para a venda. Mais informações, entrar em contato através deste portal no link para contatos.

Por: Augusto César de Sousa Meireles

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Física Geral e Experimental I - 1ª Lei de Isaac Newton

Abaixo, um relatório de Física experimental I, cursada no segundo semestre de 2013 (2013.2), realizado por Augusto César de Sousa Meireles, com intuito de obter ao mesmo aprovação no laboratório de Física Experimental I. Vale ressaltar que o mesmo foi analisado pelo professor responsável e obteve nota 9,5.




CONFIRMAÇÃO DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON E NOÇÕES SOBRE FORÇA DE ATRITO










Augusto César de Sousa Meireles










Salvador
2013







OBJETIVOS

Objetivos Gerais:
- Confirmar por extrapolação a 1ª Lei de Newton, do movimento;
- Concluir que a força é o agente capaz de modificar o estado de repouso ou de movimento de um corpo;
- Concluir sobre a validade da 1ª Lei de Newton;
- Comparar atrito estático e atrito cinético;
- Classificar as forças de atrito

Objetivos Específicos:

Fundamentar e explicar com clareza, através dos objetivos gerais, o assunto a ser tratado para que a partir do princípio possa ser compreendido e analisado com percepção o que irei apresentar.






INTRODUÇÃO TEÓRICA


    Com base nos estudos realizados por Galileu sobre o movimento dos corpos, Isaac Newton formulou o movimento dos corpos. Isaac Newton formulou a primeira Lei de Newton que ficou conhecida como o princípio da inércia.
    Primeira Lei de Newton ( Princípio da Inércia): Tendência que os corpos possuem em permanecer no seu estado natural, repouso ou em Movimento Retilíneo Uniforme (MRU).
1)      Um corpo por si só não pode modificar o seu estado de repouso ou de movimento.
2)      Um corpo em repouso permanece em repouso e um corpo em MRU permanece em MRU, a menos que uma força externa resultante não nula atue sobre ele.
3)      Se o somatório das forças externas que atuam sobre um corpo for nulo, o mesmo estará em repouso ou em MRU.

ΣFext = 0
ΣFext = ΣFx + ΣFy + ΣFz = 0
ΣFextx = 0
ΣFexty = 0
ΣFextz = 0

FORÇA DE ATRITO:

    Até agora, para calcularmos a força, ou aceleração de um corpo, consideramos que as superfícies por onde este se deslocava, não exercia nenhuma força contra o movimento, ou seja, quando aplicada uma força, este se deslocaria sem parar.
    Mas sabemos que este é um caso idealizado. Por mais lisa que uma superfície seja, ela nunca será totalmente livre de atrito.
    Sempre que aplicarmos uma força a um corpo, sobre uma superfície, este acabará parando.
É isto que caracteriza a força de atrito:
  • Se opõe ao movimento;
  • Depende da natureza e da rugosidade da superfície (coeficiente de atrito);
  • É proporcional à força normal de cada corpo;
  • Transforma a energia cinética do corpo em outro tipo de energia que é liberada ao meio.
A força de atrito é calculada pela seguinte relação:
Fat = ɥ . N
Onde:
μ: coeficiente de atrito (adimensional) / N: Força normal (N)
Atrito Estático:
    É aquele que atua quando não há deslizamento dos corpos.A força de atrito estático máxima é igual à força mínima necessária para iniciar o movimento de um corpo.
    Quando um corpo não está em movimento a força de atrito deve ser maior que a força aplicada, neste caso, é usado no cálculo um coeficiente de atrito estático: http://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Dinamica/figuras/fa2.GIF.
Então:
Fat est = ɥest . N
Atrito Cinético:
    É aquele que atua quando há deslizamento de corpos.
Quando a força de atrito estático for ultrapassada pela força aplicada ao corpo, este entrará em movimento, e passaremos a considerar esta força de atrito como força de atrito cinético, pois o mesmo estará em movimento.
    A força de atrito cinético é sempre menor do que a força aplicada ao corpo. No seu calculo é aplicada a força de atrito cinético: http://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Dinamica/figuras/fa4.GIF
Então:

Fat c = ɥ c . N



 MÉTODO EXPERIMENTAL

    A experiência foi conduzida tecnicamente com alguns materiais necessários para a realização dos mesmos, tendo como base os materiais cedidos pelo laboratório de Física Geral e Experimental I. Os materiais utilizados foram:
- Um dinamômetro de 2N
- Um corpo de prova de madeira sendo que de um lado a superfície era lisa e do outro esponjoso.
- Um anel com fio de poliamida.
     A montagem para ser seguida a experiência foi de acordo com a ilustração mostrada no roteiro, sendo que o dinamômetro teria que se encaixar com o anel fixado no corpo paralelamente com a superfície.
    Algumas perguntas foram propiciadas neste roteiro a fim de obtenção de resultados experimentais e encaminhadas para o mesmo através de diversas análises para a obtenção das respostas, conduzidas por fórmulas expressadas a cima e aprendidas anteriormente, ensinadas pelo professor Antônio Bião.
    Na tabela abaixo será exibida as forças aplicada em N (Newton) juntamente com a obtenção de respostas, sendo estas se ocorreu à ação do movimento ou não.

Superfície em contato:
Tampo da mesa e esponja:
Força aplicada em (N)
Ocorrência de movimento (sim) ou (não)
0,2
Não
0,4
Não
0,6
Não
0,8
Não
1,0
Não
1,2
Sim
1,4
Sim
1,6
Sim
Tabela 1

   A Seguir mostrarei uma outra tabela com o mesmo objetivo. A única diferença foi a superfície que está em contato com a bancada, irá ser a superfície lisa, ou seja, de madeira.

Superfície em contato:
Tampo da mesa e madeira:
Força aplicada em (N)
Ocorrência de movimento (sim) ou (não)
0,2
Não
0,4
Não
0,6
Não
0,8
Sim
1,0
Sim
1,2
Sim
1,4
Sim
1,6
Sim
Tabela 2



RESULTADOS E DISCUÇÃO

As perguntas expostas no roteiro era, basicamente, sobre a obtenção dos resultados das experiências, mostradas na tabela 1 e 2, e nas aplicações das fórmulas exibidas na introdução teórica. Diante desses resultados obtidos formularei algumas respostas exatas sobre os mesmos, mostrando com extrema clareza o que foi compreendido no experimento a qual o professor nos responsabilizou a fazer a fim de obter experiência e, posteriormente a ganhar cada vez mais conhecimento sobre o assunto.

01 – Com o bloco A em repouso relativo à mesa e mantendo o dinamômetro paralelo à superfície, aplique uma força de 0,2N sobre o móvel. O bloco se moveu sob a ação da força de 0,2N? 
R: Não
02 – Aumente a intensidade da força de 0,2N em 0,2N completando a tabela 1.
Superfícies em Contato
Tampo da Massa e Esponja
Forças aplicadas em (N)
Ocorrência de Movimento (Sim) ou (Não)
0,2
Não
0,4
Não
0,6
Não
0,8
Sim
1,0
Sim
1,2
Sim
1,4
Sim
1,6
Sim
03 – Qual foi o valor aproximado da menor força capaz de iniciar o movimento entre as superfícies esponjosa (do bloco) e a do tampo da mesa?
R: 0,8N
04 – Procedendo como na atividade anterior, complete a tabela 2.
Superfícies em Contato
Tampo da Massa e Madeira
Forças Aplicadas em (N)
Ocorrência de Movimento (Sim) ou (Não)
0,2
Não
0,4
Não
0,6
Não
0,8
Não
1,0
Não
1,2
Sim
1,4
Sim
1,6
Sim
Determine o valor aproximado da menor força capaz de iniciar o movimento entre as superfícies de madeira (do bloco) e a da mesa?
R: 1,2N.
05 – Compare as respostas dos itens 4.1 e 4.2 e procure justificar a diferença.
R: Com a esponja o contato é menor do que só com o outro corpo de prova.
06 – Como você justificaria o fato de as forças externas iniciais (dentro de um certo limite) não tem conseguido movimentar o bloco?
R: Porque a pessoa não atingiu a força de atrito estático.
07 – Segundo suas observações, o que você deve admitir para justificar uma resultante externa nula no intervalo em que a força aplicada não foi capaz de mover o bloco?
R: Porque a força que foi aplicada foi menor do que a de atrito.
08 – Determine o valor da força normal N que atua sobre o corpo de prova utilizado.
R: 2,32N
09 – Com base na tabela 2, determine o valor médio da fe máxima entre a superfície de madeira e a da mesa.
R: 1,2 N Mc = 1,2/032= 0,52N
10 – Determine o valor (aproximado) do μe entre as superfícies de madeira (do corpo de prova) e a da mesa.
R: 0,52 F= 1,2/2,32 = 0,52
11 – É válido afirmar que o valor do μe entre duas superfícies acima é fixo e pode, com toda certeza, ser “tabelado”? Justifique sua resposta.
R: Não. Depende das condições do teste realizado.
12 – Caso déssemos um empurrão no bloco, com a parte esponjosa em contato com a mesa, e, depois, com a sua superfície de madeira para baixo, em qual das situações o bloco pararia primeiro? Justifique a sua resposta.
R: O bloco que pararia primeiro seria a com o corpo que tem a superfície esponjosa, pois a força de atrito iria ser maior do que com a superfície lisa. Caso este que expliquei na introdução teórica.
13 – extrapole sua resposta anterior, para o caso ideal de não existir qualquer tipo de atrito entra as superfícies.
R: A única maneira de não existir qualquer tipo de atrito entre as superfícies é quando ambas estão em estado de repouso, ou em movimento retilíneo uniforme, exercendo a força de atrito cinético, quando a superfície do bloco está em movimento, ou seja, a força aplicada sobre o bloco é maior do que a força aplicada sobre a bancada.
14 – que tipo de movimento o móvel executaria neste caso ideal?
R: movimento retilíneo uniforme
15 – Comparando suas respostas, discuta a validade da seguinte afirmação: “Um corpo em repouso ou em movimento retilíneo uniforme assim permanecerá a menos que uma força resultante externa venha a atuar sobre ele”
R: Verdadeira. Pois está frase se aplica a que eu expliquei na introdução teórica, sendo ela uma das afirmações que expliquei sobre a primeira lei de Newton, onde o corpo não realiza movimento por si só a não ser que uma força resultante externa venha a atual sobre ele.
15 – Puxe o corpo de prova, com a sua superfície de madeira em contato com a da mesa, procurando mantê-lo em baixa velocidade e o mais próximo possível de um movimento retilíneo e uniforme. Durante o deslocamento do corpo de prova, peça a um colega para anotar o valor da força aplicada. Refaça 5 vezes a operação e, para cada caso, anote o valor encontrado.
R: 0,62N 0,6N 0,6N 0,64N 0,66N
16 – procure justificar as diferenças encontradas.
R: As diferenças encontradas poderão ser explicadas através do local a qual o bloco foi puxado. As 5 tentativas foram em determinados lugares diferentes da mesa, e posso explicar através da teoria de erros, agravando, certamente, lugares da mesma mesa com a superfície de muito ou pouco atrito. Assim como a medida que apliquei, pois fui o mais perto possível do movimento ser paralelo entre o dinamômetro e a mesa.
17 – Calcule a média dos valores encontrados no intem anterior.
R: (0,62N + 0,6N + 0,6N + 0,64N + 0,66N)/5 = 0,624N
18 – a expressão fc= uc.N vincula a força de atrito cinético com a força normal às superfícies em movimento relativo. Indique cada termo da equação.
R: Fc= força de atrito cinético, Uc = atrito cinético, N = força Normal.
19 – determino o valor médio da fc e, a partir desta, calcule o valor provável de Uc entre as superfícies da mesa e da esponja.
R: Fc=Uc.N Fc=0,52 . 2,32N Fc = 1,2N
  
CONCLUSÃO E SUGESTÕES
Conclui-se que para movimentar um corpo, seja ele qualquer, de massa X, devemos aplicar uma força resultante sobre o mesmo, com finalidade de deslocar o corpo. Diante desta realidade vimos que para atribuir uma força ao corpo, a força que aplicarmos terá que ser maior que a força de atrito que este corpo se encontra. Se houver deslocamento, concluímos que a força que aplicamos ao corpo foi a força estática, pois não houve o deslocamento do mesmo, ou então a força de atrito foi igual a força aplicada; denominamos então de força estática. Ao contrário deste exemplo, podemos perceber através deste relatório com questionários experimentais que, ao aplicarmos uma força ao corpo, e, o mesmo se deslocar, conclui-se que aplicamos uma força de atrito cinético, pois o corpo se deslocou do local de origem.
Por fim, entendemos com total clareza a primeira lei de Newton, onde ele determinou que um corpo não se desloca naturalmente por si só, a não ser que haja uma força externa aplicada sobre o mesmo.




APLICAÇÕES NA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

    A força de atrito é uma força de importância indiscutível, pois ela está presente em praticamente todos os momentos do nosso dia-a-dia. Sem ela, seria impossível você estar agora sentado lendo esse texto, pois você já teria escorregado pela sua cadeira. O simples ato de andar também seria inviável, pois sem o atrito você não teria apoio nem para ficar de pé.
    Analise um exemplo pelo qual irei demonstrar:
    É comum nos depararmos com a tarefa de empurrar algum objeto pesado, como um guarda roupa, e encontrarmos alguma dificuldade para tirá-lo do lugar. Tal dificuldade vem do fato de o chão e a base do guarda roupa serem ásperos, e também de o guarda roupa ser muito pesado.
    Observamos também que não conseguimos mover o guarda roupa de imediato. É preciso fazer uma força relativamente grande, e - depois que se consegue estabelecer o movimento - é mais fácil manter o guarda roupa nesse estado do que tirá-lo do lugar.
Essa situação se explica pela existência de dois tipos de atrito: o estático e o cinético.
    A força de atrito estático ocorre quando a força aplicada não é suficiente para mover o objeto. É aquela situação em que você empurra o guarda roupa e ele não se move. Isso ocorre porque a força aplicada é igualada pela força de atrito. Observe que por esse motivo, a força de atrito estático tem a sua intensidade variável.
    Por exemplo, imagine que você aplicou uma força de 100N no guarda roupa. Se ele não se mover é porque o atrito também vale 100N. Se você aumentar a força aplicada para 130N e ele continuar imóvel, é porque atrito também aumentou para 130N e assim continuará sendo até que o guarda roupa entre em movimento.
Por fim, chegamos a conclusão de que tudo em que fazemos, é graças a todas essas teorias comprovadas cientificamente por grandes físicos de toda a história da humanidade. Sem este assunto a qual o relatório foi proposto, não teríamos conseguido nem sequer fazer, pois apenas o ato de você movimentar o seu corpo para digitar, você realizará uma força para que consiga deslocar a sua mão entre o teclado. Portanto, é de, extrema importância o conhecimento desde assunto para levar a diante da vida de qualquer profissional, principalmente àqueles que querem ser Engenheiros Civis, como eu.







sábado, 5 de abril de 2014

Planta Baixa como Projeto de edificação.




Planta baixa executada por Augusto César de Sousa Meireles, com intuito de, futuramente utilizar para instalações prediais, vender como produto de projeto de edificação completo, abordando os principais projetos, como: Estrutural, elétrico, hidráulico, hidrossanitário, segurança (S.P.D.A.) e topográfico. Vale ressaltar que obtenho este projeto cotado e completo em AutoCAD, e logo mais apresentarei a renderização em 3 dimensões (3D) desta Planta Baixa. 

Por: Augusto Meireles
Graduando em Engenharia Civil.
Contato: gutomeirelles05@gmail.com

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Introdução ao Blog

Olá, seja bem vindo! 


Meu nome é Augusto César de Sousa Meireles, tenho 19 anos, sou graduando em Engenharia Civil e, atualmente tenho estabelecido metas para o meu futuro. Estou no segundo ano do curso, venho me adaptando a alguns conteúdos e passando por diversos momentos distintos na vida, sobretudo por possuir diversos sonhos na minha carreira profissional futura. 

Através deste meio de comunicação em massa, poderei colocar meus feitos marcantes, trabalhos realizados, estudos feitos, execuções de diversos relatórios, trabalhos pessoais que poderão contribuir para o ensino e conhecimento de indivíduos interessados na área de Engenharia, especialmente a Civil. 

Escolhi esta profissão por diversos motivos, entre eles, o deleito na área de Exatas, fato que é primordial para quem escolhe Engenharia. Diante desta realidade, busquei o que melhor me caracterizava nesta extensão, e percebi que a Engenharia Civil estava dentro da minha realidade, pois além de ter familiares no mesmo meio, aprofundei-me mais sobre o assunto lendo excelentes livros de "Introdução à Engenharia", dentre eles o livro do excelentíssimo autor "Walter Antônio Bazzo". 

Através da leitura do livro, fato que era difícil durante o meu dia-a-dia antepassados, pude perceber cada vez mais adentro desta profissão, onde elaborei e visualizei diversos pensamentos que até hoje, só me fez um ser melhor com conhecimento mais amplo. 

Além do mais, captei assuntos na qual jamais imaginaria realizar, pois a prática de solucionar problemas começava a enraizar no meu interior, e justamente a partir desta visão concebida através do inicio da minha futura profissão, conseguir alcançar um desejo inesperado que vivia dentro dos parâmetros dos meus sonhos. 

Portanto, comecei a buscar informações equivalentes a respeito da Engenharia Civil, e diante do ato, abracei de corpo, alma, mente e conhecimento, essa incrível profissão, que nada mais é do que uma das profissões do futuro. 

Seja bem vindo ao meu mais novo blog de Engenharia Civil. 
adentre-se, pois nesta website irei dar o melhor para o NOSSO conhecimento.